O Grêmio é o único clube do Brasil que tem alma castelhana.

Sim, meus caros: Chegou a hora de responder e jogar na cara da vermelhagem. Mais uma vez. Desta vez, é sobre eles quererem se identificar com o futebol argentino, uruguaio e paraguaio.

A torcida gremista, na sua maioria, sempre foi de se identificar com o futebol que se ganha na vontade. Nunca fomos parecidos, com o estilo de jogo em que se ganha com a técnica, como aqui no Brasil.

O Grêmio da década de 1980 e 1990, tinha jogadores que se assemelhavam em número e gênero, com a garra, deboche e desaforo daqueles que falavam espanhol. O Renato, é um exemplo nato. O Dinho, é um outro exemplo. César se atirando na bola, nem se importando que poderia ter um chute na sua cabeça, um soco e até mesmo bater o seu crânio nas traves, é outro fato a ser mostrado.

E isso é a história do clube, mesmo com o futebol de toque de bola, de 2001 e de 2016 para cá. Um fato que mostra isso, é a volta por cima do Grohe, Geromel com técnica e cabelos longos, Maicon sendo ”sujeito homem” e Luan, peitando os adversários. Mas, o maior de todos, é Kannemann. E é aí, aonde ‘mora’ o problema.

O co-irmão, não tem história nenhuma, além de roubar a nossa ideia de barra brava, agora quer ser parecido com castelhano. E não é!

Nós criamos a primeira barra brava do Brasil, inspirado nas torcidas argentinas e uruguaias, como a dos nossos amigos do Nacional. O que o co-irmão fez? Criou a segunda barra. Vergonha.

Além disso, eles nem sabem copiar. Fizeram música, baseada em axé. Isso não é digno de barra.

A cultura gaúcha, sempre foi de achar bonito os castelhanos. Mas, no futebol, só o Grêmio se assemelha.

Se fores na Argentina, Uruguai e até no Paraguai, eles sabem que o Grêmio é o ”futebol prata”, que se assemelha com os argentinos. Só que, eles agora, querem ser como nós.

Dizem que D’alessandro, que ganhou só três taças relevantes aqui, é grande e tem ‘a cara do Inter’. Esse aí, não é nem bem-vindo no River direito. Foi riscado da lista de Sabella.

Lá, eles são ditos como: ”futebol faceiro”.

Além de Guiñazu, que nem batia e nem jogava, mas conseguiu ser ídolo aqui e virar piada na Argentina.

Agora, querem comparar o Kannemann com Victor Cuesta.

Primeiro: Kannemann tem taça no Grêmio e Cuesta nem isso tem no Inter.

Kannemann, nunca perdeu Gre-nadas dentro da Arena. Já, o Cuesta, foi humilhado dentro do berga-lago.

Walter Kannemann é ídolo na Argentina, louco… O maior zagueiro estrangeiro que já jogou no Rio Grande do Sul, ao lado de Hugo de Léon e Rivarola.

Kannemann é maior que o Inter, que nasceu em 2006 e tem uma torcida pequena, que cabe dentro de um fusquinha.

O Inter nunca teve um gringo bom, como nós sempre tivemos em nossa história. Agora, querem ganhar na marra.

 

Vermelhagem: Time com ”alma castelhana” é só o Grêmio. Vocês não são.

Não tentem roubar a nossa história ou fazer semelhante. Vocês não tem história, vocês não tem DNA, sangue charrua. Aqui, quem tem, é só o Grêmio.

 

8 Comentários

  1. Jaiminho 12 de junho de 2018 Reply
  2. Colorado 12 de junho de 2018 Reply
  3. Colorado 12 de junho de 2018 Reply
  4. Marcos Roberto 12 de junho de 2018 Reply
  5. Douglas de Oliveira Azevedo 12 de junho de 2018 Reply
    • MARLON 12 de junho de 2018 Reply
  6. Espiriquitiberto 12 de junho de 2018 Reply
  7. Daniel Tricolor 18 de junho de 2018 Reply

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